3 principais aprendizados do RD Summit 2018

3 principais aprendizados do RD Summit 2018

No início de novembro, eu e meus sócios daqui da GGV, fomos pelo 2° ano consecutivo no maior evento de Marketing e Vendas da Américana Latina, o RD Summit 2018, promovido pela Resultados Digitais, umas das maiores start-ups de automação de marketing do mundo.

E neste artigo, eu quero compartilhar com você quais foram os 3 principais aprendizados absorvidos naqueles três dias, com palestras o dia inteiro com os maiores empreendedores do país, e também presenças internacionais, como Robert Cialdini, o maior especialista do planeta no tema Persuasão.

Pois bem, antes disso eu preciso te dizer que se você nunca esteve presente em nenhum evento do RD Summit, você está cometendo um tremendo vacilo.

O chopp liberado após às 18, as frutas, snacks, água e café disponíveis a todo momento, o show do monobloco no último dia, são apenas a pontinha o Iceberg da transformação que esse evento pode causar no seu negócio. E digo mais, na sua vida.

Foram mais de 11 mil pessoas presentes, 150 palestras no total divido em 8 palcos. Todas as informações eram possíveis de acompanhar em tempo real no aplicativo do evento. Uma experiência espetacular.

Se eu pudesse definir o evento em poucas palavras eu diria: QUEBRA DE PARADIGMAS. O mundo, a tecnologia, e comportamento do ser humano mudam em uma velocidade brutal.

Nós simplesmente não temos como acompanhar isso. Por isso precisamos estar presentes em eventos como esse, tendo contato com os melhores, com quem está no topo. Sem mais delongas, vamos destrinchar quais foram os 3 principais aprendizados no RD Summit 2018.

A nova economia chegou, Acorde!

Hoje apenas 2% das empresas brasileiras acordaram para essa realidade. Essa foi a mensagem final deixada por Roni Bueno, um dos fundadores da Netshoes.

Segundo o empresário, não há mais espaço para empresas que teimam em gerir os negócios com a mentalidade do século passado. Processos inflexíveis, foco no produto, gestão verticalizada, poucas mudanças, comunicação em mídias tradicionais, entre outras, são as características da velha economia.

As start-ups de sucesso e que estão revolucionando seus mercados, entenderam que o comportamento do consumidor mudou, e foi preciso mudar a forma de trabalhar.

A nova economia tem processos flexíveis, focam suas diretrizes na experiência do cliente, têm uma gestão horizontal com mais autonomia para os colaboradores, estão mudando o tempo inteiro (tudo é questionável), e investem a esmagadora maioria da verba de marketing no universo digital.

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O que diferencia humanos de robôs?

Pode não estar tão visível e estampado na nossa cara, mas os robôs já são uma realidade. Você sabia que já pode ter sido atendido por um robô no telefone, mas não sabe disso? Sim, a inteligência artificial atrelada a outras tecnologias já atingiram este patamar.

Você sabia que a UBER está fazendo testes no Brasil com o Uber Drone? Esta realidade não é distante. Citei este exemplo, apenas para termos um parâmetro de quanto a tecnologia está avançada e as vezes por conta das rotinas automáticas da vida que lavamos, simplesmente não percebemos.

E neste momento, muita gente deve se desesperar, dizendo algo do tipo: “minha profissão vai acabar, minha empresa vai falir”. Não meu caro, você só precisa se reinventar.

O que os robôs não possuem e que não podem ser substituídos pela tecnologia são: Empatia, Ética e Emoção. Estes três aspectos ainda não foram possíveis de alocar nas máquinas, e é difícil prever se um dia serão.

Agora quero compartilhar com você uma reflexão instigante, provinda da palestra da Martha Gabriel, uma das maiores especialistas em tecnologia e inovação do país. Ela disse uma frase emblemática: “Para não ser um robô, não seja um”. Simples assim.

Se coloque no lugar do outro, esteja alinhado com os seus valores, desperte emoções positivas nos seus clientes. Sem querer, pelo volume de responsabilidade do dia a dia, acabamos nos comportando como robôs, sem se importar e ver o ser humano no qual estamos nos relacionando.

Quer influenciar? Aprenda a contar histórias

Não são seus argumentos mirabolantes. Não são os números que você apresenta. Nosso cérebro aprende com narrativas. E as histórias são a zona de conforto do cérebro e é lá que nós gostamos de estar.

Esta foi uma das lições deixadas por Rafael Rez, empreendedor, consultor e professor de Marketing, e que foi endossada por outros palestrantes do evento.

Segundo ele a força de qualquer história está em criar um contexto, para  mexer com a imaginação das pessoas, trazendo desta forma o que todos nós buscamos na hora de influenciar: a bendita conexão.

As histórias têm a capacidade de liberar hormônios como Dopamina, Oxitocina e Endorfina. Eles são responsáveis pelas nossas sensações de prazer, relaxamento, confiança, felicidade, bom-humor, entre outros sentimentos positivos.

Por fim, as histórias despertam emoções nas pessoas. E o ser humano, toma decisões pela emoção, não pela razão.

Conclusão

Sempre gosto de dizer que conhecimento rende os melhores juros. Mas desde que ele seja aplicado. Acredito que é muito mais eficiente você ler um livro durante todo ano, mas executar na sua vida todos os aprendizados ali contidos, do que ler 36 livros no ano e não realizar nada prático.

A Resultados Digitais está realmente de parabéns pela qualidade do evento. Realmente uma experiência transformadora para todos os presentes.  Espero que com os breves conceitos compartilhados neste artigo eu também possa te ajudar um pouco.

E no ano que vem, não dá mole, a gente se vê no próximo RD Summit.

Um abraço!



Autor: Leonardo Beling
Publicitário, especialista em Planejamento e Gestão de Negócio e Coach, é apaixonado por assuntos ligados a empreendedorismo, inteligência emocional e alta performance. Diretor de Markerting da GGV, semanalmente escreve para o blog GGV e grava vídeos de conteúdo para as redes sociais. Locutor e compositor nas horas vagas.

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